• Brasil
  • Cidades
  • Contatos
  • Economia
  • Edições
  • Edições Online
  • Expediente
  • geral
  • HOME
  • No Access
  • Página de Exemplo
  • Polícia
  • Política
  • Sobre Nós
  • Social
  • Videos
Rede Diário ES
  • Home
  • Brasil
  • Economia
  • Esporte
  • Geral
  • Polícia
  • Política
  • Cidades
  • Social
  • Publicações Legais
No Result
View All Result
  • Home
  • Brasil
  • Economia
  • Esporte
  • Geral
  • Polícia
  • Política
  • Cidades
  • Social
  • Publicações Legais
No Result
View All Result
Rede Diário ES
No Result
View All Result

O lado negro das redes sociais e a crise no Espírito Santo

Rede Diario Es por Rede Diario Es
15 de fevereiro de 2017
em Edições Online
0
O lado negro das redes sociais e a crise no Espírito Santo
CompartilharTwittarCompartilhar
m minha temporada na Coreia do Sul, sempre acordo onze horas à frente do meu país de origem. Por aqui, os mais de 180 canais de TV trazem pouco mais de seis canais em inglês – o restante, em Coreano. Destes, creio que 50% sejam canais de vendas de produtos, dos mais diversos e possíveis desde cosméticos a vasos sanitários. Ou seja, assisto pouquíssimo à televisão.
Luciane Borges *

A despeito do meu trabalho com mídias sociais, utilizo as redes para me manter informada sobre o que tem ocorrido no Brasil. Foi por uma notificação de rede social que fiquei sabendo do trágico acidente com o avião que transportava a equipe do time de futebol do Chapecoense. Por conta da dimensão da notícia, posteriormente, o triste fato fora noticiado nos canais internacionais CNN e BBC.

Mas voltemos a manhã de hoje. Navegando pela rede, me chamou a atenção um post curtinho que dizia: “sem demagogia, que Deus ajude o Espírito Santo”. Duas ou três postagens depois, um vídeo cuja chamada ressaltava “a crise no Espírito Santo”. Opa. O que está havendo?. Automaticamente, cliquei para saber o que era – ação que me levou para a rede social You Tube.

Como resposta à palavra-chave “crise no Espírito Santo”, vídeos curtos, chocantes e assustadores, me levaram a sentir uma tristeza profunda ao notar que aquelas cenas, as quais mais se parecem com filme de ação e terror, eram reais. Pessoas apavoradas correndo pelas ruas. Lojas sendo saqueadas. Crianças chorando de desespero.

Cenário cruel, porém um dos vídeos me deixou estarrecida. Um garoto sendo brutalmente assassinado a tiros, por outro garoto que filmava com seu celular. Possivelmente, ele mesmo tenha postado nas redes. A perplexidade veio acompanhada por ânsia e mal-estar. Não somente pela vida daquele que fora morto à queima roupa, mas pela visível alegria e verbalização de maldade daquele que tirava sua vida.

Me nego a assistir àqueles programas de TV dramáticos que só noticiam tragédias, mas visualizar àquelas imagens horrendas numa rede social, me pareceu invasivo demais. Parece que o celular nos aproxima do fato.

Justo eu, uma pessoa que defende, piamente, a democratização das redes sociais, comecei a questionar toda essa liberdade. O avanço das tecnologias favoreceram a criação das mídias sociais, que por sua vez, tornaram-se extremamente populares por permitirem que as pessoas conectem-se ao mundo on-line.

Rede Social é inclusão. Sempre defendi e continuarei defendendo esta chance única para a democratização dos conteúdos, mas confesso que nunca havia refletido tão profundamente sobre o “lado negro das redes sociais”.

Conteúdo Gerado pelo Usuário (CGU) é um termo do Marketing Digital, relativamente, valorizado por marcas que buscam as redes sociais para posicionarem seus produtos. Pode ser considerado qualquer tipo de mídia – comentários, posts, fotos, vídeos – produzido espontaneamente.

Mas e quando o conteúdo gerado pelo usuário é obsceno ou hediondo?.

O marco civil da internet, aprovado pelos órgãos competentes em 2014, é a lei que regula o uso da Internet no Brasil, por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres para quem usa a rede, bem como da determinação de diretrizes para a atuação do Estado. Dentre os vários temas abordados pelo projeto, impõe obrigações de responsabilidade civil aos usuários e provedores.

Os provedores buscam se proteger legalmente. Na rede citada, por exemplo, para publicar um vídeo é imprescindível criar um perfil e, para isto, é absolutamente obrigatório concordar com os termos de uso do serviço.

Seu Conteúdo e Conduta – Termos de Uso You Tube

  1. Como titular de uma conta YouTube Você pode enviar Conteúdo para o Serviço, incluindo vídeos e comentários dos usuários. Você compreende que o YouTube não garante a confidencialidade em relação a qualquer Conteúdo que Você enviar.
  2. Você será o único responsável por seu Conteúdo e pelas conseqüências de enviá-lo ou publicá-lo. Você afirma, declara e garante que possui ou tem as licenças necessárias, direitos, autorizações e permissões para publicar o Conteúdo que Você enviar…
  3. Adicionalmente, Você também concorda que não irá submeter no Serviço qualquer Conteúdo ou outro material que seja contrário às Diretrizes da Comunidade do YouTube, que podem ser encontradas no site https://www.youtube.com.br/t/community_guidelines, e que poderão ser atualizadas de tempos em tempos, ou que sejam contrárias às leis e regulamentos locais, nacionais e internacionais.

Ok. Confesso que, pela primeira vez na vida li completamente um termo de uso da internet, e pelo conteúdo jurídico quase que rebuscado, entendi que há termos que podem responsabilizar civilmente os”publicadores” de conteúdo inadequado.

Mas qual seria a “responsabilidade civil” para alguém que filma e publica um homicídio?.

Ao mesmo tempo em que notamos pesquisas e discussões à cerca de Inteligência Artificial nos deparamos com a barbárie do ser humano. Aberrações contra a vida humana acontecem em todos os cantos.

Voando para bem longe do Sudeste do Brasil, mas muito próximo à tela do celular, recentemente vimos diversos vídeos de pedidos de socorro dos refugiados na Síria, diante de bombardeios que atacavam incessantemente a cidade de Aleppo.

Um dos vídeos desta manhã acompanhava a frase: “Por favor, divulguem, porque a mídia está escondendo o que está acontecendo em todo o Estado”. Sem julgamento de valor, pode até ser verdade. Historicamente, sabemos que a mídia é muito menos neutra e apartidária do que julga ser.

O que nos leva à questão central de todas as coisas – o equilíbrio. De uma mídia controladora e com censura “velada”, partimos para redes sociais onde beiramos o descontrole total. Cabe aos usuários avaliarem o que seria “divulgável” ou não. Cabe a cada dono de perfil o bom senso para julgar o impacto de suas publicações.

Mas bom senso e relatividade andam de mãos dadas. Muitas vezes, o que é adequado pra mim pode não ser adequado ao outro. E é exatamente neste ponto que resideqq o “lado negro das redes sociais”.

E que, realmente, todos ajudem o Estado do Espírito Santo.

Obrigada por sua leitura e até a próxima.

Luciane Borges * Especialista e Coach em LinkedIn | Ajudo a criar perfil de destaque no LinkedIn | Geração de Conteúdo | Palestrante

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Todos os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores

Rede Diário ES

Diretor:
José Vicente Mendes
Jornalista DRT/ES 204

Contatos

Telefones:
(27) 3721-5305 / 3372-2046
       9.9619-4995 / 9.9619-4996

E-mail: dnnoticias@yahoo.com.br
         dn.colatina@yahoo.com.br

© 2021 - Desenvolvido por Webmundo Soluções Interativas

No Result
View All Result
  • Home
  • Brasil
  • Economia
  • Esporte
  • Geral
  • Polícia
  • Política
  • Cidades
  • Social
  • Publicações Legais

© 2021 - Desenvolvido por Webmundo Soluções Interativas