• Brasil
  • Cidades
  • Contatos
  • Economia
  • Edições
  • Edições Online
  • Expediente
  • geral
  • HOME
  • No Access
  • Página de Exemplo
  • Polícia
  • Política
  • Sobre Nós
  • Social
  • Videos
Rede Diário ES
  • Home
  • Brasil
  • Economia
  • Esporte
  • Geral
  • Polícia
  • Política
  • Cidades
  • Social
  • Publicações Legais
No Result
View All Result
  • Home
  • Brasil
  • Economia
  • Esporte
  • Geral
  • Polícia
  • Política
  • Cidades
  • Social
  • Publicações Legais
No Result
View All Result
Rede Diário ES
No Result
View All Result

MPES quer prova de que terreno que era de Nozinho não vai alagar

Rede Diario Es por Rede Diario Es
18 de outubro de 2017
em Cidades
0
MPES quer prova de que terreno que era de Nozinho não vai alagar
CompartilharTwittarCompartilhar

ttEx-prefeito de Linhares era dono de área onde hoje estão mais de 1,5 mil casas sem nenhum uso. Obras em residenciais em Linhares estão paradas e o mato encobre as casas

Linhares – Minha Casa Minha Vida dos residenciais Rio Doce e Mata do Cacau, em Linhares, deverá comprovar que foram concluídas as obras dos diques para impedir enchentes no local, permitindo a viabilidade da ocupação das residências pelos moradores nos próximos meses.

Esse é o pedido feito pelo Ministério Público Estadual (MPES), após uma longa batalha judicial travada desde 2012, ano em que os empreendimentos deveriam estar prontos e sendo entregues. A construção das casas foi contratada em 2010 no valor de R$ 62 milhões, e o prazo de conclusão seria de 15 meses. O terreno onde foram feitos os dois condomínios, no bairro Aviso, no caminho de Pontal do Ipiranga, tem como antigo proprietário o ex-prefeito da cidade, Nozinho Corrêa.

Entretanto, em 2012, a obra foi embargada pela Justiça, liminarmente, a pedido do Ministério Público, que afirmou que a área não poderia ser loteada. Após um alagamento ocorrido naquele ano, que poderia comprometer a estrutura das casas, o órgão moveu uma Ação Civil Pública contra o ex-prefeito, a construtora e o engenheiro responsável pela obra. O MPES alegou que no período de chuvas, como o município compõe a Bacia do Rio Doce, o local fica sujeito às cheias. Além disso, afirmou que em virtude de Linhares ser o último município da bacia, antes do rio desaguar no oceano, recebe todo o fluxo de água.

Em 2013, o problema se repetiu após as fortes chuvas que atingiram todo o Estado, e que elevaram o nível do Rio Doce, deixando as moradias alagadas. Por isso, além de paralisar as obras, a Justiça chegou a determinar o bloqueio de R$ 2 milhões dos bens de Nozinho e dos outros responsáveis, para custear eventuais problemas com a obra, indenizações pelos danos, bem como a realização de estudos e eventuais obras de adequação do loteamento.

Contudo, a Caixa Econômica Federal, que é a instituição responsável por financiar o Minha Casa Minha Vida, manifestou interesse em atuar no processo e, por isso, ele passou a tramitar na Justiça Federal.

Diques no local

A construtora responsável pela obra e o Instituto Estadual do Meio Ambiente (Iema) apontaram que a construção de diques seria suficiente para prevenir o local de alagamentos e, com isso, a empresa deu início às obras. Em julho do ano passado, após uma audiência de conciliação entre todos os envolvidos, houve a homologação de um acordo entre todas as partes.

Segundo o advogado de Nozinho, Carlos Eduardo Lyrio, faltava concluir apenas 10% das obras do dique, e o ex-prefeito propôs ceder parte de seu terreno no local para resolver o problema.

“Os terrenos que Nozinho vendeu eram parte de um local onde ele tem fazendas há mais de 40 anos e que nunca havia alagado. Antes da construção das casas, a Caixa realizou vários estudos. Ele foi incluído no processo de forma equivocada, como se tivesse alguma responsabilidade”, afirmou.

Após o acordo ser firmado, Nozinho e os demais réus foram excluídos do processo, e o mesmo retornou à Justiça Estadual, para ser respondido apenas pela construtora.

Agora, resta à empresa comprovar a eficácia desta medida para conter novos alagamentos, após ter sido intimada pelo MPES. O órgão aguarda a decisão da Vara da Fazenda Pública de Linhares sobre o pedido.

Previsão de entrega no segundo semestre

A Caixa foi procurada para se manifestar sobre as intervenções nos residenciais de Linhares, mas não respondeu. No início de junho, a instituição afirmou, por nota, que estavam em execução as obras de construção do dique e do sistema de proteção aos empreendimentos, e os serviços de infraestrutura e finalização dos imóveis, que têm por objetivo garantir o nível necessário de segurança. A previsão de entrega dos condomínios é para o final do segundo semestre.

Já o Ministério Público Federal (MPF) tem um inquérito civil em andamento para apurar a responsabilidade  civil e administrativa dos peritos responsáveis pela aprovação dos residenciais Mata do Cacau e Rio Doce pelos prejuízos decorrentes do alagamento do canteiro de obras. Houve a solicitação de perícia in loco e de um parecer acerca da vulnerabilidade do local para alagamentos. O trabalho será feito por peritos da Procuradoria Geral da República, mas ainda não há definição da data. Foto: Fernando Madeira. Com informações do GazetaOnLine.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Todos os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores

Rede Diário ES

Diretor:
José Vicente Mendes
Jornalista DRT/ES 204

Contatos

Telefones:
(27) 3721-5305 / 3372-2046
       9.9619-4995 / 9.9619-4996

E-mail: dnnoticias@yahoo.com.br
         dn.colatina@yahoo.com.br

© 2021 - Desenvolvido por Webmundo Soluções Interativas

No Result
View All Result
  • Home
  • Brasil
  • Economia
  • Esporte
  • Geral
  • Polícia
  • Política
  • Cidades
  • Social
  • Publicações Legais

© 2021 - Desenvolvido por Webmundo Soluções Interativas