• Brasil
  • Cidades
  • Contatos
  • Economia
  • Edições
  • Edições Online
  • Expediente
  • geral
  • HOME
  • No Access
  • Página de Exemplo
  • Polícia
  • Política
  • Sobre Nós
  • Social
  • Videos
Rede Diário ES
  • Home
  • Brasil
  • Economia
  • Esporte
  • Geral
  • Polícia
  • Política
  • Cidades
  • Social
  • Publicações Legais
No Result
View All Result
  • Home
  • Brasil
  • Economia
  • Esporte
  • Geral
  • Polícia
  • Política
  • Cidades
  • Social
  • Publicações Legais
No Result
View All Result
Rede Diário ES
No Result
View All Result

Militares cobram indenização do Banestes

Rede Diario Es por Rede Diario Es
20 de dezembro de 2019
em Acontecendo
0
Militares cobram indenização do Banestes
CompartilharTwittarCompartilhar

Reunião foi nesta quarta (18) no Plenário Dirceu Cardoso / Foto: Lissa de Paula

Frente que defende devolução de valores descontados por crédito dado em 1998 discutiu o tema com policiais e representantes do banco

Por Aldo Aldesco

Foi lançada nesta quarta-feira (18) no Plenário Dirceu Cardoso da Assembleia Legislativa (Ales) a Frente Parlamentar em Defesa do Pagamento das Indenizações do Processo do Rotativo do Banestes. O colegiado é presidido pelo deputado Capitão Assumção (PSL), responsável pela iniciativa.
Confira fotos da reunião
Durante o governo Vitor Buaiz (1995-1998), foi concedido aos policiais militares do ES crédito rotativo no Banestes para minimizar os efeitos dos constantes atrasos de salários de todo o funcionalismo público capixaba. Nos últimos meses de 1998 os policiais não receberam de volta o pagamento dos juros, já descontados em suas contas correntes, que deveriam ser devolvidos pelo banco.
Trata-se, portanto, de processo coletivo contra o banco estatal envolvendo pouco mais de oito mil policiais militares e bombeiros militares. O processo transitou em julgado em abril de 2014 e estaria prescrito em 2019, mas os policiais tiveram causa ganha na Justiça após processarem o Banestes e o Governo do Estado.
Sem contrato
O representante da Associação de Cabos e Soldados de Polícia Militar e bombeiros do Estado do Espírito Santo (ACS), Capitão Amorim, disse que o acordo foi realizado entre o banco e o governo do Estado, e os militares não assinaram nenhum contrato de empréstimo pelo sistema de crédito rotativo.
Para o capitão Amorim, a operação que o Banestes tem de fazer seria muito simples: estornar (creditar) nas contas dos correntistas os valores debitados à época e com a correção devida.
O diretor Jurídico da ACS, cabo Carlos Antônio Pereira dos Santos, informou que o processo transitou em julgado em abril de 2014 e que em 2019 estaria prescrita, por isso foi solicitado a suspensão do processo para que se pudessem tomar novas providências. São pouco mais de oito mil beneficiários.
Entretanto, há cerca de 800 policiais que entraram com processo individual e perderam, tendo que pagar todas as despesas judiciais e valores que envolvem o processo. Esta é a preocupação principal da ACS, que esclarece, no entanto, que esses militares deverão receber seus direitos na ação coletiva.
Banestes
O chefe da Superintendência Jurídica do Banestes, Tiago Cunha Ferreira, disse que o Jurídico do Banestes não tem o mesmo entendimento da ACS.
Ferreira considerou que a sentença é ilíquida, porque os valores não foram individualizados por se tratar de processo coletivo. “Quanto se deve e quem deve? Não cabe ao presidente do banco responder, e sim aos juízes”, afirmou.
O representante do banco informou ainda que foram feitos cálculos de todas as associações de funcionários públicos e que elas já estão recebendo. Para ele, a pendência com a ACS se deve ao fato de haver dúvidas quanto aos percentuais e valores dos juros.
A divergência é de que não apenas o banco deve, mas que uma parte também deveria ser paga pelo Estado. “Quem vai decidir se o Banestes está errado ou não é o Judiciário”, finalizou.
Presentes
Alguns veteranos manifestaram discordância com relação aos cálculos que a ACS apresentou aos militares como pagamento da dívida do Banestes. A título de exemplo, foi dito que uma dívida que há algum tempo atrás era de R$ 17 mil, segundo os cálculos originais, hoje seria – de acordo com a associação –, de R$ 2 mil, conforme o depoimento.
Encaminhamento
O deputado Capitão Assunção se comprometeu a acompanhar as assembleias da categoria e debater com as autoridades judiciárias e governamentais o melhor caminho para solucionar a questão da polícia militar, praticamente todos veteranos.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Todos os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores

Rede Diário ES

Diretor:
José Vicente Mendes
Jornalista DRT/ES 204

Contatos

Telefones:
(27) 3721-5305 / 3372-2046
       9.9619-4995 / 9.9619-4996

E-mail: dnnoticias@yahoo.com.br
         dn.colatina@yahoo.com.br

© 2021 - Desenvolvido por Webmundo Soluções Interativas

No Result
View All Result
  • Home
  • Brasil
  • Economia
  • Esporte
  • Geral
  • Polícia
  • Política
  • Cidades
  • Social
  • Publicações Legais

© 2021 - Desenvolvido por Webmundo Soluções Interativas