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Majeski cobra tramitação do projeto da nova Política de Qualidade do Ar

Proposta está sem movimentação desde agosto de 2021.

Rede Diario Es por Rede Diario Es
11 de maio de 2022
em Política, Últimas Notícias
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Majeski cobra tramitação do projeto da nova Política de Qualidade do Ar

Parlamentar apresentou 25 emendas para a inclusão de critérios técnicos de acordo com normas da Organização Mundial da Saúde - Foto: Ana Salles

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Por Léo Júnior

O deputado estadual Sergio Majeski (PSDB) cobrou na sessão ordinária de segunda-feira, dia 9, que o Projeto de Lei (PL-328/2020) volte a tramitar na Assembleia Legislativa Estadual (Ales). Apresentada em junho de 2020, a proposta estabelece Políticas, Normas e Diretrizes de Proteção da Qualidade do Ar Atmosférico no âmbito do estado do Espírito Santo.

Mesmo com requerimento de urgência protocolado ainda no mês em que a proposta foi apresentada, PL está sem tramitação desde agosto de 2021, parado na Mesa Diretora.

“Um ano e meio e um projeto tão importante segue paralisado. Apresentamos um conjunto de emendas e outros deputados também. Ou seja, a proposta já é de conhecimento de todos. Já passou da hora desse projeto seguir a tramitação”, destaca Majeski.

Desde o início da tramitação, os deputados estaduais apresentaram mais de 50 emendas ao texto original. Somente Majeski apresentou 25, que foram elaboradas em conjunto com a ONG Juntos SOS ES Ambiental, com a intenção de incluir critérios técnicos, democráticos e transparentes, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).

Os destaques ficam por conta da elaboração de plano estratégico com diretrizes e ações definidas que devem levar em consideração limites máximos de emissão vigentes; a contratação de instituições especializadas na identificação de fontes emissoras e que seja mantido o respeito aos limites de valor utilizados na elaboração do Estudo de Impacto Ambiental, atendendo às recomendações da OMS e do Conama para os parâmetros de qualidade do ar; a participação da sociedade civil nos processos de planejamento e decisão; o atendimento ao artigo 186 da Constituição Estadual e a garantia do amplo acesso às informações sobre as fontes e causas da poluição e da degradação ambiental e que qualquer empresa que tiver interesse em benefícios oriundos do Governo deverá comprovar que está em dia com a sociedade e com os termos legais.

A nova Política da Qualidade do Ar será gerenciada pela Seama e terá o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos como órgão executor.

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