• Brasil
  • Cidades
  • Contatos
  • Economia
  • Edições
  • Edições Online
  • Expediente
  • geral
  • HOME
  • No Access
  • Página de Exemplo
  • Polícia
  • Política
  • Sobre Nós
  • Social
  • Videos
Rede Diário ES
Institucional de 2025 da ALES
  • Home
  • Brasil
  • Economia
  • Esporte
  • Geral
  • Polícia
  • Política
  • Cidades
  • Social
  • Publicações Legais
No Result
View All Result
  • Home
  • Brasil
  • Economia
  • Esporte
  • Geral
  • Polícia
  • Política
  • Cidades
  • Social
  • Publicações Legais
No Result
View All Result
Rede Diário ES
No Result
View All Result

Linhares tem 14 casos confirmados e 8 sob investigação de leishmaniose

Rede Diario Es por Rede Diario Es
24 de março de 2017
em Cidades
0
Linhares tem 14 casos confirmados e 8 sob investigação de leishmaniose
CompartilharTwittarCompartilhar

leishmaniose visceral mosquito flebc3b3tomoAs 14 pessoas que contraíram a doença moram em Povoação, no litoral do município

Mais um mosquito tem preocupado os moradores em Linhares, Norte do Estado. Desta vez, é o flebótomo, conhecido como mosquito-palha, transmissor da leishmaniose. Quatorze pessoas que residem em Povoação, no litoral de Linhares, foram identificadas com a doença e outros oito casos estão sendo investigados, segundo a Vigilância Epidemiológica do município. Em todo ano passado, 22 casos foram confirmados.
Um dos moradores que contraíram a doença é o trabalhador rural Adílio Pereira. Ele contou que apareceu uma ferida no braço, depois no dedo da mão e na perna. No início, em dezembro, ele sentia coceira, mas a ferida foi aumentando e ele passou a sentir dor na região do machucado.Preocupado, o trabalhador rural procurou um médico em Vitória e ficou sabendo que estava com a doença. “Ele (o médico) me receitou 40 injeções. Tomo duas por dia. Tomo 20 durante 10 dias e paro 10 dias. Depois desse tratamento, eu tenho que ir lá em maio para ver como está a situação”.

A aposentada Mercedes Martins está assustada. “A gente fica preocupada. Em casa, os vizinhos, todo mundo reclama sobre isso. A gente achar como que vai fazer, como que vai cuidar. Tanta doença, ainda mais essa agora que aparece”.

A recomendação de médicos é a de que, ao primeiro sintoma (a ferida na pele), a pessoa tem que procurar logo um especialista. Caso contrário, a doença pode evoluir e ficar mais grave.

“A ferida muitas vezes é confundida com um machucado comum. O pessoal vai passando uma pomadinha e ela pode até sumir, ter a cura espontânea. Mas acontece a disseminação pelo sangue e pode evoluir para a ferida aparecer em mucosas. Muitas vezes pega septo nasal e vai deixar cicatriz. O nariz acaba ficando deformado mesmo”, explicou o infectologista Fernando Achê.

A leishmaniose é uma zoonose (doença animal). O parasita, o protozoário do gênero Leishmania, o segundo que mais mata no mundo, se aloja principalmente nos cachorros. Os sintomas também aparecem nesses animais, como queda de pelos e feridas. De acordo com a Vigilância em Saúde, dois cachorros foram sacrificados por causa da doença neste ano. No ano passado foram quatro. Todos os casos foram autorizados pelos donos.

Já o transmissor da doença é o flebótomo ou mosquito-palha. Esse inseto se alimenta de sangue e ao picar um animal com a doença, também fica infectado. Depois, se ele picar uma pessoa, ela também vai ficar doente.

“O mosquito-palha é o vetor. Então, a gente precisa combater o vetor. O uso de inseticida já está sendo feito pela prefeitura, mas a gente tem que tentar adotar medidas para que esse vetor não chegue perto da gente. Uso de repelente, roupa comprida, principalmente quando a gente está na mata ou até 200, 300 metros do local onde o mosquito vive. Não é o cachorro que vai fazer mal. Ele não vai passar a doença. Precisa o mosquito picar o cachorro para picar o ser humano”, informou o infectologista.

Combate ao mosquito

Um bloqueio sanitário está sendo feito com dois carros fumacê com inseticida, para matar o mosquito-palha, transmissor da doença, onde existe a predominância de residências nas fazendas de cacau do município, principalmente nas comunidades de Povoação, Degredo e Regência. De acordo com a Vigilância em Saúde, casos pontuais da doença são comuns, porém, houve um aumento de registros devido à proximidade do ser humano em regiões de mata.

“A ocorrência da doença é restrita à regiões rurais. Inicialmente tivemos casos pontuais na região de Brejo Grande, que dá acesso à Povoação, e houve um aumento desses casos. A ocorrência da leishmaniose em Linhares nunca se apresentou em área urbana, sempre tivemos a ocorrência da doença pontualmente em algumas regiões rurais do município, agora nós vivemos uma situação de surto. Isso acontece porque a habitação humana está muito próxima, muito presente onde é comum encontrar o inseto. Nós ligamos o aumento da doença, principalmente a uma questão trabalho. A doença está se apresentando como ocupacional porque as pessoas tem que entrar nesse ambiente de mata, onde tem o reservatório natural da doença, que são alguns animais como raposa, gambá e alguns roedores, tem a presença do inseto que é responsável pela transmissão do parasita, então fecha um ciclo ali. A questão de proteger a habitação das pessoas com inseticida é porque ali existe a presença do inseto em algumas áreas próximo às casas. A proteção é para que não haja o agravamento da situação com a transmissão domiciliar”, informou o diretor de Vigilância em Saúde, Jeremilson Gomes.

Com informações de Kaio Henrique (TV Gazeta Norte)

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Todos os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores

Rede Diário ES

Diretor:
José Vicente Mendes
Jornalista DRT/ES 204

Contatos

Telefones:
(27) 3721-5305 / 3372-2046
       9.9619-4995 / 9.9619-4996

E-mail: dnnoticias@yahoo.com.br
         dn.colatina@yahoo.com.br

© 2021 - Desenvolvido por Webmundo Soluções Interativas

No Result
View All Result
  • Home
  • Brasil
  • Economia
  • Esporte
  • Geral
  • Polícia
  • Política
  • Cidades
  • Social
  • Publicações Legais

© 2021 - Desenvolvido por Webmundo Soluções Interativas