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Linharense nos EUA faz apelo para encontrar o pai em Linhares

Rede Diario Es por Rede Diario Es
12 de janeiro de 2018
em Geral
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Linharense nos EUA faz apelo para encontrar o pai em Linhares
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asdfasdViviane Rangel Wilkens procura pelo pai, Gilmar Carlos Rocha, que nunca teve a oportunidade de conhecer

Uma psicóloga que nasceu em Linhares e mora há 20 anos nos Estados Unidos faz um apelo para tentar encontrar o pai que nunca conheceu. Viviane Rangel Wilkens, de 43 anos, disse que os pais se separam quando ela ainda estava na barriga da mãe, por conta de um escândalo que envolveu o roubo de uma empresa em 1973. Desde então, ela disse que procura o paradeiro do pai, que se chama Gilmar Carlos Rocha.

“Teve um roubo muito grande na empresa onde meu pai trabalhava como contador e ele foi tido como um dos suspeitos e chegou a ser preso. Minha mãe estava grávida e prestes a se casar com ele, mas ficou com vergonha do ocorrido e decidiram se separar. Pouco tempo depois ele foi solto e tentou se explicar, mas minha mãe não quis saber. Desde então busco por ele. Hoje deve ter entre 68 e 70 anos”, disse.

De acordo com a psicóloga, ela tentou procurar até na delegacia o registro da ocorrência, mas não encontrou porque o local pegou fogo. A mãe da psicóloga, hoje com 66 anos, foi enfermeira do Hospital Rio Doce, em Linhares, onde Viviane nasceu.

“Minha tia fala que meu pai sabia que minha mãe estava grávida na época, mas meu avô era muito bravo e colocou ela para fora de casa. A irmã do meu avô a recebeu. Quando eu nasci, minha mãe conta que já tinha me dado para um casal de médicos que não conseguia ter filhos, por não ter condições de cuidar de mim. Porém, meu avô me pegou e fui criada por eles, que sempre chamei de pai e mãe”, disse.

Semelhança

Viviane Rangel sempre ouviu de familiares que era parecida com o pai, o que alimentou a curiosidade de encontrá-lo. “A vida inteira eu ouvi que era a cópia dele e sempre quis encontrá-lo, pois tenho muita curiosidade. Um primo meu o encontrou na Bahia, em 1973, em um restaurante, mas não pegou um contato. Minha avó sempre foi me buscar na escola com medo de que ele me raptasse. Fiquei sabendo também que ele nasceu em Nanuque (MG), mas veio trabalhar por uma empresa no início da construção da BR-101 em Linhares”, disse. Para facilitar as buscas, a psicóloga criou uma campanha para divulgação das informações nas redes sociais. GazetaonLine.

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