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Gandini propõe monitor de glicose para crianças diabéticas de até 12 anos

A proposta do deputado prevê o fornecimento de um dispositivo, por parte do governo do Estado, para pacientes que possuam diabetes mellitus tipo 1.

Rede Diario Es por Rede Diario Es
6 de março de 2024
em Acontecendo, Política
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Gandini propõe monitor de glicose para crianças  diabéticas de até 12 anos
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Um Projeto de Lei (PL) em tramitação na Assembleia Legislativa (Ales) promete colocar um fim ao uso de agulhas para monitorar crianças diabéticas no Espírito Santo. É que ele prevê o fornecimento de um dispositivo de Monitoramento Contínuo da Glicose (CGM) para pacientes de até 12 anos que possuem a doença.

A medida, proposta pelo deputado Gandini (PSD), visa garantir o acesso ao equipamento de saúde, considerado essencial para o controle de taxas de diabetes, doença crônica e silenciosa que pode atacar os rins, o coração e a visão ou até mesmo levar à morte.

Pacientes diabéticos utilizam o CGM como controle dos níveis de açúcar no sangue. A medição da glicemia é realizada com frequência, em intervalos definidos.

No PL proposto por Gandini, o Executivo ficaria encarregado de fornecer o dispositivo para as crianças diabéticas.

O fornecimento seria realizado apenas para os pacientes de até 12 anos que possuam diabetes mellitus tipo 1. E obrigatório, conforme prescrição por médico especialista da rede pública ou particular. As entregas seriam realizadas por meio das Farmácias Cidadãs.

“Importante salientar que existem dois tipos de diabetes, sendo que, no tipo 1, o paciente não produz a insulina ou o pouco de insulina que produz não é suficiente para manter o controle adequado da hiperglicemia, fazendo com que o nível de açúcar no sangue fica sempre elevado”, explica Gandini.

O CGM funciona como um sensor de glicemia aplicado na parte posterior superior do braço. O autor do projeto defende a sua facilidade de utilização e exalta a capacidade do dispositivo de “medir de forma contínua as leituras da glicose e armazenar os dados durante todo o dia, fazendo a medição sem agulhas, furos ou sangue exposto, preservando a saúde e tranquilidade das crianças”.

Gandini ainda ressalta que “as crianças estão em uma fase crucial de desenvolvimento físico, cognitivo e emocional, sendo que o diabetes não tratado ou mal gerenciado pode impactar negativamente esse desenvolvimento”, defende o parlamentar, que descobriu ser diabético aos 37 anos e é atualmente o presidente da Frente Parlamentar para Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Diabetes na Assembleia Legislativa.

“Com a Frente, vou fazer a interlocução entre o poder público e as entidades porque há uma necessidade grande de formação para lidar com a doença. Não temos o número de especialistas suficientes”, declara.

O diabetes já é considerado um problema que assusta no Brasil. Segundo o 10º Atlas da Federação Internacional do Diabetes, publicado em 2021, o país ocupa o 3º lugar no ranking mundial de diabetes tipo 1 em crianças e adolescentes (0 a 19 anos), ficando atrás somente dos EUA e da Índia.

Segundo dados divulgados pela Secretaria de Saúde (Sesa), no Espírito Santo, 723 crianças e adolescentes foram internados por diabetes (tipos 1 e 2) desde 2017.

A coordenadora da Associação de Diabéticos do Espírito Santo (Adies), Lorena Bucher, destacou a necessidade de orientações, programa de educação e capacitação atualizada da rede básica de saúde.

“Queremos propor políticas públicas em saúde primária. As pessoas que nos procuram são pessoas com diabetes totalmente descompensada, que não conseguem assistência de oftalmologistas, de nutricionistas, nada!”, enfatiza Lorena Bucher, acrescentando que os profissionais precisam de treinamento para atender o paciente.

O projeto de Gandini será avaliado pelas comissões de Justiça, Saúde, Proteção à Criança e ao Adolescente e Finanças. Posteriormente, a proposta será avaliada pelos parlamentares no Plenário. Em caso de aprovação, o texto segue para sanção ou veto do Executivo.

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