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Família de capixaba morto na Itália ainda não sabe causa

Rede Diario Es por Rede Diario Es
6 de janeiro de 2017
em Polícia
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Família de capixaba morto na Itália ainda não sabe causa
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1 estve 4823740Renato saiu de Colatina, no Noroeste do Espírito Santo, para tentar uma vida melhor na Itália. Ele morava em Roma e família aguarda, há 10 dias, pelo corpo

A família do capixaba Renato Caetano, de 29 anos, vive uma angústia há 10 dias sem conseguir trazer o corpo dele para o Brasil. O rapaz morreu na noite do último Natal, em Roma, na Itália, onde morava há nove anos. Os parentes também não sabem o que causou a morte de Renato.O G1 ES procurou o Itamaraty, que informou por meio de nota que o Consulado-Geral do Brasil em Roma mantém contato com as autoridades italianas e acompanha o caso de Renato. Informou ainda que não pode comentar informações pessoais de brasileiros que recebem assistência consular no exterior.

Renato saiu de Colatina, no Noroeste do Espírito Santo, para tentar uma vida melhor na Itália. Ele morava com um irmão, que foi quem avisou a família sobre a morte.

“Já tem 10 dias que a gente quer uma resposta. Está um caos para a família toda, estamos passando por dificuldade muito grande porque foi um baque, uma perda muito grande para a nossa família. Ele era meu irmão mais novo. Estamos querendo saber a causa dessa morte”, disse o irmão Rodrigo Pêgo, que mora em Colatina.

A última vez que Rodrigo esteve com a família foi em julho de 2016. “Dessa vez que ele veio foi a despedida. Eu falo com a minha mãe e com todo mundo que foi a despedida dele”, falou a irmã Rosana Pêgo.

A única informação que a família tem é de que Renato morreu enquanto dormia, mas não foram informados da causa oficial da morte. Além disso, os irmãos disseram que ainda não conseguiram a liberação do corpo para trazer o corpo para o Brasil.

Os parentes já estão se movimentando para trazer o corpo, fazendo rifas e pedindo doações, porque o custo é de R$ 30 mil. O que eles querem é uma última despedida. “A gente pede essa ajuda porque queremos trazer ele para cá, para ficar perto da mãe, com esse filho aqui, talvez tranquilize um pouco a todos”, disse a tia Carmen Pereira

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