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Dia da Igualdade Feminina

Rede Diario Es por Rede Diario Es
26 de agosto de 2020
em Geral
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Dia da Igualdade Feminina
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A luta da mulher para garantir seu espaço no mercado e alcançar melhores condições de trabalho deixou marcas na história do Brasil. Hoje é dia de relembrarmos como a Mulher conquistou seu espaço, inclusive o de votar e ser votada.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no país, entre a década de 1940 e 1990, as mulheres no âmbito trabalhista passaram de 2,8 milhões para 22,8 milhões. Assim, em 1940, a população ativa feminina passou de 19% para 35% e estava concentrada no setor primário da economia. Cinquenta anos depois, 74% da população ativa estavam concentradas em atividades do setor terciário, como serviços comunitários, de saúde, educação ou domésticos.

Conheça oito mudanças conquistadas no Brasil pelo feminismo

Estamos mais do que acostumados a ver salas de aula com um número equilibrado entre homens e mulheres, mas nem sempre foi assim. No Brasil, mulheres só puderam frequentar a escola básica a partir de 1927. E nas universidades isso só aconteceu mais de 50 anos depois, em 1979.

Trabalho

Foi uma longa luta para que mulheres tivessem a possibilidade de decidir se queriam ou não ser donas de casa. De acordo com o Código Civil de 1916, a mulher só poderia trabalhar fora caso o marido lhe concedesse autorização. Foi só em 1943 que, segundo a Consolidação das Leis Trabalhistas, isso mudou.

Licença-maternidade

Sabia que até 1934 esse direito não existia? Foi nesse ano em que a Constituição previu que as mulheres ficariam sem trabalhar um mês antes e um mês depois de nascer o bebê. Além disso, a demissão de grávidas passou a ser proibida. Em 1988, o período se estendeu para 120 dias.

Voto

Um dos grandes motivos para a luta do feminismo foi o direito ao voto, que no Brasil só foi autorizado em 1932. Em 1934, a primeira representante política do gênero feminino foi eleita no país: Carlota Pereira de Queiroz.

Casamento

Desde 1916, com aprovação do Código Civil, só o homem era responsável pela família e o casamento poderia ser anulado pelo marido caso descobrisse que a esposa não era virgem. A família da noiva também poderia deserdá-la. Essas regras mudaram apenas em 2002.

Divórcio

Em 1977, o divórcio passou a ser permitido por lei. Até então, o casal só poderia se separar em casos de traição, tentativa de morte ou abandono do lar.

Anticoncepcional

Em 1962, o Brasil começou a vender anticoncepcionais. A mudança possibilitou que elas pudessem se relacionar sexualmente com mais parceiros.

Violência contra a mulher

A primeira Delegacia da Mulher foi criada em 1985. Em 2006, surgiu a Lei Maria da Penha, com mecanismo para punições em caso de violência doméstica.

 

ASCOMCMBSF/Portais Geledes/FinançasFemininas

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