Agora são 18 os casos em investigação pela Secretaria de Sesa de pacientes com sintomas de febre amarela. A secretaria investiga também se os pacientes estão com dengue, leptospirose e outras doenças. A pasta confirmou a morte por febre amarela em macacos encontrados nos municípios de Colatina e Irupi. Ela foi atestada por exames laboratoriais.
Na sexta-feira dia 20, morreu um dos pacientes com suspeita de estar infectado com febre amarela. O pedreiro Ibenes da Silva Azevedo, 33 anos, morava na localidade de Santa Clara, interior de Ibatiba. A causa da morte ainda está sob investigação da Sesa.
Situação no ES
A suspeita de que o Estado poderia ter problemas com febre amarela começou há cerca de duas semanas quando a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou o registro de macacos mortos no Estado.
Uma espécie de “sentinela”, a morte desses animais é um alerta para a saúde pública verificar a presença da doença em meio silvestre. Até a última divulgação feita pela Sesa sobre o assunto, havia o registro de pelo menos 80 macacos mortos no Estado.
No Espírito Santo já havia recebido 500 mil doses de vacinas e solicitou ao Ministério da Saúde mais um milhão de doses.
Postos têm longas filas em busca de vacinação
A recomendação é para ter cautela e priorizar a vacinação de pessoas que vão para áreas de risco. Mas a realidade dos postos da Grande Vitória é outra, com grande filas, pessoas tentando entrar na frente de outras e vacinas esgotadas.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) solicitou um milhão de novas doses ao Ministério da Saúde. “A expectativa é de que comecem a chegar nessa semana”, diz nota da Sesa.
A recomendação é para vacinar primeiro quem mora na zona rural dos 37 municípios com vacinação cautelar e, em seguida, quem vive em área urbana.



