Responsáveis pela ação concederam entrevista nesta quinta-feira (Foto: Úrsula Ribeiro)
Estado – Na manhã desta quinta-feira (23) aconteceu a Operação Backgroud, uma ação conjunta da Polícia Federal e Polícia Militar contra o tráfico de drogas para desarticular associações criminosas que atuam no tráfico interestadual de cocaína entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo.
Na ação foram expedidos 16 mandados de prisão, onze pessoas foram presas, entre elas três em flagrantes e cinco pessoas continuam foragidas. Os suspeitos atuavam no tráfico de drogas nos municípios de Serra, Fundão e Aracruz.
Segundo o chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da PF, Leonardo Baeta Damasceno, a operação Backgroud aconteceu em parceria com a Polícia Militar, para combater o tráfico de drogas interestadual que ocorria entre o Estado de Minas Gerais e Espirito Santo.
De acordo com o delegado, a atuação da PM foi fundamental para o sucesso da operação, uma vez que agiram no levantamento de informações, o serviço de inteligência ajudou a identificar e chegar até os envolvidos.
“Essa operação, foi uma resposta a sociedade e a cidade de Aracruz. O objetivo não era apenas prender um traficante, mas sim desmontar o sistema de tráfico da região, Vila do Riacho, prendendo desde o traficante que fornecia, até o que vendia no varejo”, ressaltou.
No Estado, a Operação Background envolveu mais de 60 policiais, entre federais e militares. Segundo o Delegado Regional de Combate ao Crime Organizado (DRCOR) Vitor Moraes Soares a operação teve início desde o dia (7) de setembro deste ano, quando um traficante interestadual foi detido com 10 kg pasta base de cocaína, ele trazia drogas da cidade de Governador Valadares/MG para o Espirito Santo para revender.
“Com a prisão deste traficante foi possível chegar aos outros indivíduos, e podemos não só combater o tráfico interestadual, mas desmontar o tráfico numa região que sofria com a extrema violência.” O delegado ressalta que a ajuda da população é fundamental para chegar aos foragidos, e pede para quem tiver qualquer informação entrar em contato, por meio do disque denúncia (181).

