Tribunal de Justiça certifica 70 novos mediadores em evento de mediação e conciliação

Além das certificações, foram apresentadas palestras e vídeos sobre o tema

Estado – O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) realizou no final da semana passada, no Salão Pleno do TJES, o evento “Mediação e Conciliação: É conversando que a gente se entende”, que certificou 72 novos mediadores que concluíram o Curso de Mediação Judicial, com estágio supervisionado, coordenado pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPEMEC), compreendendo 60 horas de prática em mediação.

Foram certificadas duas turmas da Escola da Magistratura do Espirito Santo, uma turma da Faculdade Vale do Cricaré, de São Mateus, e uma turma do Sindicato dos Notários e Registradores do Estado do Espírito Santo (SINOREG – ES), que é a primeira turma de cartório extrajudicial do país formada em mediação.

Também foram certificadas as colaboradoras do NUPEMEC, Jussiara dos Santos Martins de Souza e Lavínia Vieira de Andrade Souza Weichert Lyrio, que após atuarem na formação de cinco turmas de mediadores, cada uma, se qualificaram como Instrutoras de Mediação Judicial Formadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Ao final da apresentação, a Desembargadora Janete Vargas Simões, Supervisora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais e de Solução de Conflitos e Cidadania (NUPEMEC), conduziu uma mesa de debates com a participação do público que pode tirar suas dúvidas diretamente com os palestrantes.

Segundo a supervisora do NUPEMEC, a certificação desses 70 novos mediadores, depois de um longo e exigente processo de formação, é uma vitória para todos os envolvidos e para o Poder Judiciário. A magistrada declarou sua plena confiança no trabalho desses profissionais, principalmente para mediar os conflitos oriundos das relações pessoais:

“A expectativa é de solução dos conflitos através do diálogo, através da mediação e não através de uma decisão judicial, e com certeza os resultados serão diferentes especialmente nas varas de família, nas varas de infância, nas varas de violência doméstica, onde os conflitos são entre familiares, entre aqueles que têm uma relação mais próxima, então, o trabalho desses mediadores é especial e excepcional na construção das relações pessoais”, explicou a magistrada.

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