Veja como os senadores capixabas estiveram na votação da PEC do teto de gastos

A PEC é a principal aposta do governo para equilibras as contas públicas

O plenário do Senado Federal aprovou, por 61 votos a 14, o texto-base da Proposta de Emenda Constitucional do teto de gastos (a PEC 55, antiga 241), que estabelece um limite para o aumento dos gastos públicos pelos próximos 20 anos.
A proposta precisava da aprovação de pelo menos três quintos dos parlamentares (49 dos 81) e recebeu 61 votos (14 senadores foram contra). A PEC ainda será votada em segundo turno, antes de ser sancionada pelo presidente Michel Temer.
Os três senadores que representam o Espírito Santo, Magno Malta (PR), Ricardo Ferraço (PSDB) e Rose de Freitas (PMDB), votaram pela aprovação da PEC, principal aposta do governo para equilibras as contas públicas.

Foto: Marcos Corrêa/PRPresidente Michel Temer durante reunião no Palácio do Planalto com a bancada do Espirito Santo no Congresso

Durante a sessão desta terça, a medida foi criticada por senadores que fazem oposição ao Palácio do Planalto. Os oposicionistas chamaram o texto de “PEC da maldade” porque, na visão deles, a proposta vai “congelar” os investimentos em saúde e educação.
Inicialmente, somente os líderes partidários encaminhariam os votos, mas o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deixou que todos os senadores inscritos pudessem discursar na fase de encaminhamento.
Embora tenha sido aprovada por 61 votos a 14, a PEC recebeu menos votos que o previsto pelo líder do governo no Congresso, Romero Jucá (PMDB-RR), que previa até 65 votos favoráveis à proposta.
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